segunda-feira, 18 de julho de 2005

«Sereia»


Em ti penso minha sereia!...
Naqueles movimentos pasmados, que me lembravam quadros pintados onde havia um só pôr de sol e nada mais!... Nada mais que me fizesse sonhar como tu sonhaste, viver como tu viveste, amar com só tu amaste, sentir como só tu sentiste!
Em ti penso minha sereia!...
Naquela noite em que me beijaste com um ardor que se assemelhava à dor de um pedinte que não recebe a migalha deitada ao chão por um canalha!
Em ti penso minha sereia!
Com um ardor intenso, propenso, imenso!...

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