terça-feira, 25 de dezembro de 2007

«Refúgio»

O frio etéreo dos sentidos
Arrefeceu-me a alma
Rodopio
Caminho
Arrepio, por entre a tua boca
Que se fez seca

Compro-lhe mortalhas acesas.
Retempero-me em ti
Cavando-te a alma
Plena de belezas

Arte de míngua exortação
Porque exilado estou.
Em ti

4 comentários:

xadreza disse...

ainda hoje estive a pensar num post com este mesmo título, que coincidência.

Vertigo disse...

Um grande ano.cheio de verdades.e poesia.

*****

Beijo

Maria del Sol disse...

Obrigada pelas palavras tão gentis, também te desejo que 2008 seja um ano verdadeiramente renovador... e longa vida ao teu refúgio na blogosfera, do qual já sou visita assídua :)

Beijinhos!

Codinome Beija-Flor disse...

Há melhor refúgio que o ser amado?!
Lindo seu poema.
Parabéns